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domingo, 29 de maio de 2011

Na VoLtA qUe O mUnDo Dá




“Um dia eu senti um desejo profundo 
De me aventurar nesse mundo 
Pra ver onde o mundo vai dar

Saí do meu canto na beira do rio
E fui prum convés de navio
Seguindo pros rumos do mar (...)

Com o tempo 
Foi dando uma coisa em meu peito
Um aperto difícil da gente explicar

Saudade não sei bem de quê 
Tristeza, não sei bem por que
Vontade até sem querer de chorar

Angústia de não se entender
Um tédio que a gente nem crê
Anseio de tudo esquecer e voltar..."

domingo, 22 de maio de 2011

DeSpEdIdA

"Olha aqui
Preste atenção
Essa é a Nossa Canção
Vou cantá-la seja aonde for
Para nunca esquecer
O nosso Amor..."


domingo, 8 de maio de 2011

Eu SoU sÓ uM... mAs NãO sOu Um DeLeS




E assim, depois de um tempo a gente se encontra... e relembra o que viveu, o que passou, o que ficou! Lembranças, fotografias, sensações.  E parece que foi ontem que estivemos lá, ao relento,  tomando vinho para espantar o frio e aquecer o coração. Às vezes falta um amigo, outras são completadas por outro que há muito não nos esbarrávamos... mas não importa, porque amigo que é amigo, vai estar junto, mesmo que na ausência. Sabes por quê? Porque ainda assim seremos amigos e entenderemos que não há ausência quando o que fica representa presença, saudade e amor! Amor que transborda ao som de música e violão. E não nos importa se é tarde, se está frio (se Júlio quer ir embora! Rsrs). Importa-nos a presença que cada um representa (ou representou). Importa-nos a saudade que fica em forma de amizade, em presença de amor fraterno, afinal “amigo é bem mais que presença. Vai muito além de um simples tocar. Amigo é bem mais que palavra, é a inspiração que brota em meu coração... Eu não vou sentir tua ausência aqui, pois o teu coração presente está em mim. Mas não vou negar que tua falta me traz um aperto no coração..."

Eu sou só um

“Nessa época do ano
Quando o frio vem chegando
E há menos flores
Que espinhos

Os dias perdidos têm a luz
Ainda éramos filhos
Éramos amigos

Até sermos engolidos
Pela vida sem brilho
Por nossos inimigos
Na rotina comum

Mas não sou um deles
Eu sou só um
E mesmo que pareça
Tolo e sem sentido
Eu ainda brigo
Por sonhos
Eu ainda brigo
Ainda brigo...




sábado, 23 de abril de 2011

SaUdAdE é O aMoR qUe FiCa...

"Saudade não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora. Seria muito simples acenar um ‘tchau’ e contentar-se com as memórias, com o passado. Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai. A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. Saudade não é olhar pro lado e dizer “se foi”. É olhar pro lado e perguntar “cadê”?  E dói..."


sexta-feira, 4 de março de 2011

SoBrE cLaRiCe LiSpEcToR


"Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento."

"Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo."

"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."

"É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.
Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil."

"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar."

"Mude,
Mas comece devagar,
Porque a direção é mais importante
Que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira,
No outro lugar da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair,
Procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho,
Ande por outras ruas,
Calmamente..."


Quem dera eu pudesse decifrar Clarice! Poder decifrar tamanha essência seria magnífico, porém satisfaço-me em poder ser presenteado com tua escrita... sincera, emocionante, digna! Uma mistura de realidade e fantasia. Sem palavras!
"Entender Clarice trascende qualquer realidade... Mulher de vida cotidiana, dona de casa, mãe , esposa, escritora oculta, conseguia ver o mundo com outros olhos e a interpretá-lo com outro coração. Escrever para ela parecia ser uma transfiguração do sentimento e a palavra a concretização do fato. Pois nas entrelinhas, existia alma!"

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

FeLiCiDaDe


"Se o tempo envelhecer o seu corpo,

mas não envelhecer a sua emoção,


você será sempre feliz."

(Augusto Cury)